segunda-feira, 13 de julho de 2009

Peça do mesmo saco

Que homens e mulheres são diferentes, todo mundo sabe. O que poucos conseguem é entender e viver com essa diferença. Não digo a diferença sexual, dessa estamos cansados de saber, desde criancinhas aprendemos que meninos têm pênis e meninas têm vagina (lembrança do filme do Arnold Schwarzenegger, que sempre passava na Sessão da tarde) e muito menos quero medir forças, essa é uma das maiores besteiras e um dos preconceitos mais idiotas.

Às vezes eu percebo o quanto essa diferença é maravilhosa e encantadora. A mente feminina e masculina é bem variada, o que nos proporciona milhares de sentimentos – atração, repulsão, amor, raiva, ódio, amizade – que nos une ou nos afasta.
Acho graça de ver o quanto podemos agir e pensar de maneiras diferentes, o quanto os homens se transformam em mulas empacadas quando estão decepcionados com o amor e no quanto as mulheres, por mais que tenham o nariz em pé, viram menininhas amedrontadas. Creio que em ambos o rancor vence, e então surgem as celebres frases, o querer decepcionado de virar freira ou padre, a vontade de não amar, a sensação de oamornãoépramim. Como vocês são bobinhos! A vida é assim mesmo, tem que dar a cara a tapa.

Eu concordo com os homens em dizer que mulher é bicho difícil de entender. Temos que confessar, somos complicadinhas, uma hora sim, outra não, jamais, talvez (eu adoro o talvez), esse vulcão ambulante de sentimentos. Mulher é assim, simplesmente confusa. Já o "sexo frágil" tem seus motivos em dizer que os homens são todos iguais. Essa mania de simplicidade, esse olhar de vaiquedá, e a frase mais que ensaiada (que eles aprendem aos 7 anos): “Ta bom assim, amor!”.

Parece mas não é. Não somos todos iguais! Sentimos de maneiras diferentes, queremos coisas diferentes. Homens, mulheres, crianças, adultos, irmãs, pai e filha, são todos diferentes. Podemos seguir caminhos parecidos, ser farinha do mesmo saco, dividir um pensamento, lutar por um objetivo, mas as semelhanças terminam por aí. Basta olhar o nome, sobrenome, número do rg e o dna. Ta aí as primeiras pistas de que não somos completamente iguais. E é maravilhoso, pois são essas rupturas de diferenças que nos uni, que nos montam como um quebra-cabeça.

Um comentário:

Lari disse...

Adorei o post,o mundo é extremamente diferente, ninguém é igual e isso é que faz da vida essa maravilha, as vezes as diferenças são dritanta e tem gente que se encomoda muuito com elas (eu), mas um dia a gente aprende, a vida ensina e o tempo mostra que há algo (ou tudo) de divino nas difernças do existir humano.

Beijos =*

Aviso

As imagens usadas neste blog são retiradas do nosso amigo Google. Caso seja uma imagem sua, peço que me comunique, assim, colocarei os direitos. Obrigada. Peço sua compreensão.